Funções de exemplo do Lambda@Edge - Amazon CloudFront

Funções de exemplo do Lambda@Edge

Veja as seções a seguir para exemplos de como usar as funções do Lambda com o CloudFront.

nota

Para funções Node.js, cada função deve chamar o parâmetro callback para processar com êxito uma solicitação ou retornar uma resposta. Para mais informações, consulte Escrita e criação de uma função do Lambda@Edge.

Exemplos gerais

Os exemplos nesta seção ilustram algumas formas de uso comuns do Lambda@Edge no CloudFront.

Exemplo: testes A/B

Você pode usar o exemplo a seguir para testar duas versões diferentes de uma imagem sem criar redirecionamentos nem alterar a URL. Este exemplo lê os cookies na solicitação do visualizador e modifica a URL da solicitação adequadamente. Se o visualizador não enviar um cookie com um dos valores esperados, o exemplo atribuirá aleatoriamente o visualizador a uma das URLs.

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; const headers = request.headers; if (request.uri !== '/experiment-pixel.jpg') { // do not process if this is not an A-B test request callback(null, request); return; } const cookieExperimentA = 'X-Experiment-Name=A'; const cookieExperimentB = 'X-Experiment-Name=B'; const pathExperimentA = '/experiment-group/control-pixel.jpg'; const pathExperimentB = '/experiment-group/treatment-pixel.jpg'; /* * Lambda at the Edge headers are array objects. * * Client may send multiple Cookie headers, i.e.: * > GET /viewerRes/test HTTP/1.1 * > User-Agent: curl/7.18.1 (x86_64-unknown-linux-gnu) libcurl/7.18.1 OpenSSL/1.0.1u zlib/1.2.3 * > Cookie: First=1; Second=2 * > Cookie: ClientCode=abc * > Host: example.com * * You can access the first Cookie header at headers["cookie"][0].value * and the second at headers["cookie"][1].value. * * Header values are not parsed. In the example above, * headers["cookie"][0].value is equal to "First=1; Second=2" */ let experimentUri; if (headers.cookie) { for (let i = 0; i < headers.cookie.length; i++) { if (headers.cookie[i].value.indexOf(cookieExperimentA) >= 0) { console.log('Experiment A cookie found'); experimentUri = pathExperimentA; break; } else if (headers.cookie[i].value.indexOf(cookieExperimentB) >= 0) { console.log('Experiment B cookie found'); experimentUri = pathExperimentB; break; } } } if (!experimentUri) { console.log('Experiment cookie has not been found. Throwing dice...'); if (Math.random() < 0.75) { experimentUri = pathExperimentA; } else { experimentUri = pathExperimentB; } } request.uri = experimentUri; console.log(`Request uri set to "${request.uri}"`); callback(null, request); };
Python
import json import random def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] headers = request['headers'] if request['uri'] != '/experiment-pixel.jpg': # Not an A/B Test return request cookieExperimentA, cookieExperimentB = 'X-Experiment-Name=A', 'X-Experiment-Name=B' pathExperimentA, pathExperimentB = '/experiment-group/control-pixel.jpg', '/experiment-group/treatment-pixel.jpg' ''' Lambda at the Edge headers are array objects. Client may send multiple cookie headers. For example: > GET /viewerRes/test HTTP/1.1 > User-Agent: curl/7.18.1 (x86_64-unknown-linux-gnu) libcurl/7.18.1 OpenSSL/1.0.1u zlib/1.2.3 > Cookie: First=1; Second=2 > Cookie: ClientCode=abc > Host: example.com You can access the first Cookie header at headers["cookie"][0].value and the second at headers["cookie"][1].value. Header values are not parsed. In the example above, headers["cookie"][0].value is equal to "First=1; Second=2" ''' experimentUri = "" for cookie in headers.get('cookie', []): if cookieExperimentA in cookie['value']: print("Experiment A cookie found") experimentUri = pathExperimentA break elif cookieExperimentB in cookie['value']: print("Experiment B cookie found") experimentUri = pathExperimentB break if not experimentUri: print("Experiment cookie has not been found. Throwing dice...") if random.random() < 0.75: experimentUri = pathExperimentA else: experimentUri = pathExperimentB request['uri'] = experimentUri print(f"Request uri set to {experimentUri}") return request

Exemplo: substituição de um cabeçalho de resposta

O exemplo abaixo mostra como alterar o valor de um cabeçalho de resposta com base no valor de outro cabeçalho.

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const response = event.Records[0].cf.response; const headers = response.headers; const headerNameSrc = 'X-Amz-Meta-Last-Modified'; const headerNameDst = 'Last-Modified'; if (headers[headerNameSrc.toLowerCase()]) { headers[headerNameDst.toLowerCase()] = [ headers[headerNameSrc.toLowerCase()][0], ]; console.log(`Response header "${headerNameDst}" was set to ` + `"${headers[headerNameDst.toLowerCase()][0].value}"`); } callback(null, response); };
Python
import json def lambda_handler(event, context): response = event["Records"][0]["cf"]["response"] headers = response["headers"] headerNameSrc = "X-Amz-Meta-Last-Modified" headerNameDst = "Last-Modified" if headers.get(headerNameSrc.lower(), None): headers[headerNameDst.lower()] = [headers[headerNameSrc.lower()][0]] print(f"Response header {headerNameDst.lower()} was set to {headers[headerNameSrc.lower()][0]}") return response

Geração de respostas: exemplos

Os exemplos nesta seção mostram como você pode usar o Lambda@Edge para gerar respostas.

Exemplo: fornecimento de conteúdo estático (resposta gerada)

O exemplo a seguir mostra como usar uma função do Lambda para fornecer conteúdo estático de site. Isso reduz a carga no servidor de origem e a latência geral.

nota

Você pode gerar respostas HTTP para eventos de solicitação de visualizador e de solicitação de origem. Para mais informações, consulte Geração de respostas de HTTP ems acionadores da solicitação.

Você também pode substituir ou remover o corpo da resposta de HTTP em eventos de resposta de origem. Para mais informações, consulte Atualização de respostas de HTTP em acionadores de resposta da origem.

Node.js
'use strict'; const content = ` <\!DOCTYPE html> <html lang="en"> <head> <meta charset="utf-8"> <title>Simple Lambda@Edge Static Content Response</title> </head> <body> <p>Hello from Lambda@Edge!</p> </body> </html> `; exports.handler = (event, context, callback) => { /* * Generate HTTP OK response using 200 status code with HTML body. */ const response = { status: '200', statusDescription: 'OK', headers: { 'cache-control': [{ key: 'Cache-Control', value: 'max-age=100' }], 'content-type': [{ key: 'Content-Type', value: 'text/html' }] }, body: content, }; callback(null, response); };
Python
import json CONTENT = """ <\!DOCTYPE html> <html lang="en"> <head> <meta charset="utf-8"> <title>Simple Lambda@Edge Static Content Response</title> </head> <body> <p>Hello from Lambda@Edge!</p> </body> </html> """ def lambda_handler(event, context): # Generate HTTP OK response using 200 status code with HTML body. response = { 'status': '200', 'statusDescription': 'OK', 'headers': { 'cache-control': [ { 'key': 'Cache-Control', 'value': 'max-age=100' } ], "content-type": [ { 'key': 'Content-Type', 'value': 'text/html' } ] }, 'body': CONTENT } return response

Exemplo: geração de um redirecionamento de HTTP (resposta gerada)

O exemplo abaixo mostra como gerar um redirecionamento HTTP.

nota

Você pode gerar respostas HTTP para eventos de solicitação de visualizador e de solicitação de origem. Para mais informações, consulte Geração de respostas de HTTP ems acionadores da solicitação.

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { /* * Generate HTTP redirect response with 302 status code and Location header. */ const response = { status: '302', statusDescription: 'Found', headers: { location: [{ key: 'Location', value: 'http://docs.aws.amazon.com/lambda/latest/dg/lambda-edge.html', }], }, }; callback(null, response); };
Python
def lambda_handler(event, context): # Generate HTTP redirect response with 302 status code and Location header. response = { 'status': '302', 'statusDescription': 'Found', 'headers': { 'location': [{ 'key': 'Location', 'value': 'https://docs.aws.amazon.com/lambda/latest/dg/lambda-edge.html' }] } } return response

Trabalho com strings de consulta: exemplos

Os exemplos desta seção incluem maneiras de usar o Lambda@Edge com strings de consulta.

Exemplo: adição de um cabeçalho com base em um parâmetro de string de consulta

O exemplo a seguir mostra como obter o par chave-valor de um parâmetro de string de consulta e adicionar um cabeçalho com base nesses valores.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; /* When a request contains a query string key-value pair but the origin server * expects the value in a header, you can use this Lambda function to * convert the key-value pair to a header. Here's what the function does: * 1. Parses the query string and gets the key-value pair. * 2. Adds a header to the request using the key-value pair that the function got in step 1. */ /* Parse request querystring to get javascript object */ const params = querystring.parse(request.querystring); /* Move auth param from querystring to headers */ const headerName = 'Auth-Header'; request.headers[headerName.toLowerCase()] = [{ key: headerName, value: params.auth }]; delete params.auth; /* Update request querystring */ request.querystring = querystring.stringify(params); callback(null, request); };
Python
from urllib.parse import parse_qs, urlencode def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] ''' When a request contains a query string key-value pair but the origin server expects the value in a header, you can use this Lambda function to convert the key-value pair to a header. Here's what the function does: 1. Parses the query string and gets the key-value pair. 2. Adds a header to the request using the key-value pair that the function got in step 1. ''' # Parse request querystring to get dictionary/json params = {k : v[0] for k, v in parse_qs(request['querystring']).items()} # Move auth param from querystring to headers headerName = 'Auth-Header' request['headers'][headerName.lower()] = [{'key': headerName, 'value': params['auth']}] del params['auth'] # Update request querystring request['querystring'] = urlencode(params) return request

Exemplo: normalização dos parâmetros da string de consulta para melhorar o índice de acertos no cache

O exemplo a seguir mostra como melhorar o índice de ocorrência no cache fazendo as seguintes alterações nas strings de consulta antes que o CloudFront encaminhe as solicitações para a origem:

  • Colocar os pares de chave-valor em ordem alfabética pelo nome do parâmetro.

  • Alterar os pares de chave-valor para minúsculas.

Para mais informações, consulte Armazenar em cache o conteúdo com base em parâmetros de string de consulta.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; /* When you configure a distribution to forward query strings to the origin and * to cache based on a whitelist of query string parameters, we recommend * the following to improve the cache-hit ratio: * - Always list parameters in the same order. * - Use the same case for parameter names and values. * * This function normalizes query strings so that parameter names and values * are lowercase and parameter names are in alphabetical order. * * For more information, see: * http://docs.aws.amazon.com/AmazonCloudFront/latest/DeveloperGuide/QueryStringParameters.html */ console.log('Query String: ', request.querystring); /* Parse request query string to get javascript object */ const params = querystring.parse(request.querystring.toLowerCase()); const sortedParams = {}; /* Sort param keys */ Object.keys(params).sort().forEach(key => { sortedParams[key] = params[key]; }); /* Update request querystring with normalized */ request.querystring = querystring.stringify(sortedParams); callback(null, request); };
Python
from urllib.parse import parse_qs, urlencode def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] ''' When you configure a distribution to forward query strings to the origin and to cache based on a whitelist of query string parameters, we recommend the following to improve the cache-hit ratio: Always list parameters in the same order. - Use the same case for parameter names and values. This function normalizes query strings so that parameter names and values are lowercase and parameter names are in alphabetical order. For more information, see: https://docs.aws.amazon.com/AmazonCloudFront/latest/DeveloperGuide/QueryStringParameters.html ''' print("Query string: ", request["querystring"]) # Parse request query string to get js object params = {k : v[0] for k, v in parse_qs(request['querystring'].lower()).items()} # Sort param keys sortedParams = sorted(params.items(), key=lambda x: x[0]) # Update request querystring with normalized request['querystring'] = urlencode(sortedParams) return request

Exemplo: redirecionamento de usuários não autenticados para uma página de login

O exemplo a seguir mostra como redirecionar os usuários para uma página de login caso não tenham inserido as credenciais.

Node.js
'use strict'; function parseCookies(headers) { const parsedCookie = {}; if (headers.cookie) { headers.cookie[0].value.split(';').forEach((cookie) => { if (cookie) { const parts = cookie.split('='); parsedCookie[parts[0].trim()] = parts[1].trim(); } }); } return parsedCookie; } exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; const headers = request.headers; /* Check for session-id in request cookie in viewer-request event, * if session-id is absent, redirect the user to sign in page with original * request sent as redirect_url in query params. */ /* Check for session-id in cookie, if present then proceed with request */ const parsedCookies = parseCookies(headers); if (parsedCookies && parsedCookies['session-id']) { callback(null, request); return; } /* URI encode the original request to be sent as redirect_url in query params */ const encodedRedirectUrl = encodeURIComponent(`https://${headers.host[0].value}${request.uri}?${request.querystring}`); const response = { status: '302', statusDescription: 'Found', headers: { location: [{ key: 'Location', value: `https://www.example.com/signin?redirect_url=${encodedRedirectUrl}`, }], }, }; callback(null, response); };
Python
import urllib def parseCookies(headers): parsedCookie = {} if headers.get('cookie'): for cookie in headers['cookie'][0]['value'].split(';'): if cookie: parts = cookie.split('=') parsedCookie[parts[0].strip()] = parts[1].strip() return parsedCookie def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] headers = request['headers'] ''' Check for session-id in request cookie in viewer-request event, if session-id is absent, redirect the user to sign in page with original request sent as redirect_url in query params. ''' # Check for session-id in cookie, if present, then proceed with request parsedCookies = parseCookies(headers) if parsedCookies and parsedCookies['session-id']: return request # URI encode the original request to be sent as redirect_url in query params redirectUrl = "https://%s%s?%s" % (headers['host'][0]['value'], request['uri'], request['querystring']) encodedRedirectUrl = urllib.parse.quote_plus(redirectUrl.encode('utf-8')) response = { 'status': '302', 'statusDescription': 'Found', 'headers': { 'location': [{ 'key': 'Location', 'value': 'https://www.example.com/signin?redirect_url=%s' % encodedRedirectUrl }] } } return response

Personalizar o conteúdo por cabeçalhos de país ou tipo de dispositivo: exemplos

Os exemplos nesta seção ilustram como você pode usar o Lambda@Edge para personalizar o comportamento com base no local ou no tipo de dispositivo usado pelo visualizador.

Exemplo: redirecionamento das solicitações do visualizador para um URL específico do país

O exemplo a seguir mostra como gerar uma resposta de redirecionamento HTTP com um URL específico do país e retornar a resposta para o visualizador. Isso é útil quando você deseja fornecer respostas específicas do país. Por exemplo:

  • Se tiver subdomínios específicos do país, como us.example.com e tw.example.com, você pode gerar uma resposta de redirecionamento quando um visualizador solicitar example.com.

  • Se estiver transmitindo um vídeo, mas não tem direitos para transmitir o conteúdo em um país específico, você pode redirecionar os usuários desse país para uma página que explica por que eles não podem visualizar o vídeo.

Observe o seguinte:

  • É necessário configurar a distribuição para armazenar em cache com base no cabeçalho CloudFront-Viewer-Country. Para mais informações, consulte Cache baseado em Cabeçalhos de solicitação selecionados.

  • O CloudFront adiciona o cabeçalho CloudFront-Viewer-Country após o evento de solicitação do visualizador. Para usar este exemplo, é necessário criar um trigger para o evento de solicitação da origem.

Node.js
'use strict'; /* This is an origin request function */ exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; const headers = request.headers; /* * Based on the value of the CloudFront-Viewer-Country header, generate an * HTTP status code 302 (Redirect) response, and return a country-specific * URL in the Location header. * NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the * CloudFront-Viewer-Country header. For more information, see * http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers * 2. CloudFront adds the CloudFront-Viewer-Country header after the viewer * request event. To use this example, you must create a trigger for the * origin request event. */ let url = 'https://example.com/'; if (headers['cloudfront-viewer-country']) { const countryCode = headers['cloudfront-viewer-country'][0].value; if (countryCode === 'TW') { url = 'https://tw.example.com/'; } else if (countryCode === 'US') { url = 'https://us.example.com/'; } } const response = { status: '302', statusDescription: 'Found', headers: { location: [{ key: 'Location', value: url, }], }, }; callback(null, response); };
Python
# This is an origin request function def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] headers = request['headers'] ''' Based on the value of the CloudFront-Viewer-Country header, generate an HTTP status code 302 (Redirect) response, and return a country-specific URL in the Location header. NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the CloudFront-Viewer-Country header. For more information, see http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers 2. CloudFront adds the CloudFront-Viewer-Country header after the viewer request event. To use this example, you must create a trigger for the origin request event. ''' url = 'https://example.com/' viewerCountry = headers.get('cloudfront-viewer-country') if viewerCountry: countryCode = viewerCountry[0]['value'] if countryCode == 'TW': url = 'https://tw.example.com/' elif countryCode == 'US': url = 'https://us.example.com/' response = { 'status': '302', 'statusDescription': 'Found', 'headers': { 'location': [{ 'key': 'Location', 'value': url }] } } return response

Exemplo: atendimento a diferentes versões de um objeto com base no dispositivo

O exemplo a seguir mostra como servir diferentes versões de um objeto com base no tipo de dispositivo usado pelo usuário, por exemplo, um dispositivo móvel ou um tablet. Observe o seguinte:

  • É necessário configurar a distribuição para armazenar em cache com base nos cabeçalhos CloudFront-Is-*-Viewer. Para mais informações, consulte Cache baseado em Cabeçalhos de solicitação selecionados.

  • O CloudFront adiciona os cabeçalhos CloudFront-Is-*-Viewer após o evento de solicitação do visualizador. Para usar este exemplo, é necessário criar um trigger para o evento de solicitação da origem.

Node.js
'use strict'; /* This is an origin request function */ exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; const headers = request.headers; /* * Serve different versions of an object based on the device type. * NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the * CloudFront-Is-*-Viewer headers. For more information, see * the following documentation: * http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers * http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-device-type * 2. CloudFront adds the CloudFront-Is-*-Viewer headers after the viewer * request event. To use this example, you must create a trigger for the * origin request event. */ const desktopPath = '/desktop'; const mobilePath = '/mobile'; const tabletPath = '/tablet'; const smarttvPath = '/smarttv'; if (headers['cloudfront-is-desktop-viewer'] && headers['cloudfront-is-desktop-viewer'][0].value === 'true') { request.uri = desktopPath + request.uri; } else if (headers['cloudfront-is-mobile-viewer'] && headers['cloudfront-is-mobile-viewer'][0].value === 'true') { request.uri = mobilePath + request.uri; } else if (headers['cloudfront-is-tablet-viewer'] && headers['cloudfront-is-tablet-viewer'][0].value === 'true') { request.uri = tabletPath + request.uri; } else if (headers['cloudfront-is-smarttv-viewer'] && headers['cloudfront-is-smarttv-viewer'][0].value === 'true') { request.uri = smarttvPath + request.uri; } console.log(`Request uri set to "${request.uri}"`); callback(null, request); };
Python
# This is an origin request function def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] headers = request['headers'] ''' Serve different versions of an object based on the device type. NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the CloudFront-Is-*-Viewer headers. For more information, see the following documentation: http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-device-type 2. CloudFront adds the CloudFront-Is-*-Viewer headers after the viewer request event. To use this example, you must create a trigger for the origin request event. ''' desktopPath = '/desktop'; mobilePath = '/mobile'; tabletPath = '/tablet'; smarttvPath = '/smarttv'; if 'cloudfront-is-desktop-viewer' in headers and headers['cloudfront-is-desktop-viewer'][0]['value'] == 'true': request['uri'] = desktopPath + request['uri'] elif 'cloudfront-is-mobile-viewer' in headers and headers['cloudfront-is-mobile-viewer'][0]['value'] == 'true': request['uri'] = mobilePath + request['uri'] elif 'cloudfront-is-tablet-viewer' in headers and headers['cloudfront-is-tablet-viewer'][0]['value'] == 'true': request['uri'] = tabletPath + request['uri'] elif 'cloudfront-is-smarttv-viewer' in headers and headers['cloudfront-is-smarttv-viewer'][0]['value'] == 'true': request['uri'] = smarttvPath + request['uri'] print("Request uri set to %s" % request['uri']) return request

Seleção de origem dinâmica baseada em conteúdo: exemplos

Os exemplos nesta seção mostram como você pode usar o Lambda@Edge para rotear para diferentes origens com base em informações na solicitação.

Exemplo: uso de um acionador de solicitação de origem para alterar de uma origem personalizada para uma origem do Amazon S3

Essa função demonstra como um trigger origin-request pode ser usado para alterar de uma origem personalizada para uma origem do Amazon S3 da qual o conteúdo é obtido, com base nas propriedades da solicitação.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; /** * Reads query string to check if S3 origin should be used, and * if true, sets S3 origin properties. */ const params = querystring.parse(request.querystring); if (params['useS3Origin']) { if (params['useS3Origin'] === 'true') { const s3DomainName = 'my-bucket.s3.amazonaws.com'; /* Set S3 origin fields */ request.origin = { s3: { domainName: s3DomainName, region: '', authMethod: 'none', path: '', customHeaders: {} } }; request.headers['host'] = [{ key: 'host', value: s3DomainName}]; } } callback(null, request); };
Python
from urllib.parse import parse_qs def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] ''' Reads query string to check if S3 origin should be used, and if true, sets S3 origin properties ''' params = {k: v[0] for k, v in parse_qs(request['querystring']).items()} if params.get('useS3Origin') == 'true': s3DomainName = 'my-bucket.s3.amazonaws.com' # Set S3 origin fields request['origin'] = { 's3': { 'domainName': s3DomainName, 'region': '', 'authMethod': 'none', 'path': '', 'customHeaders': {} } } request['headers']['host'] = [{'key': 'host', 'value': s3DomainName}] return request

Exemplo: uso de um acionador de solicitação de origem para alterar a região de origem do Amazon S3

Esta função demonstra como um trigger origin-request pode ser usado para alterar a origem do Amazon S3 da qual o conteúdo é obtido, com base nas propriedades da solicitação.

Neste exemplo, usamos o valor do cabeçalho CloudFront-Viewer-Country para atualizar o nome do domínio de bucket do S3 para um bucket em uma região mais próxima do visualizador. Isso pode ser útil de várias maneiras:

  • Reduz as latências quando a região especificada estiver mais próxima do país do visualizador.

  • Fornece soberania de dados, garantindo que os dados sejam oferecidos de uma origem que esteja no mesmo país de onde veio a solicitação.

Para usar esse exemplo, você precisa fazer o seguinte:

  • Configure sua distribuição para armazenar em cache com base no cabeçalho CloudFront-Viewer-Country. Para mais informações, consulte Cache baseado em Cabeçalhos de solicitação selecionados.

  • Crie um gatilho para essa função no evento de solicitação de origem. O CloudFront adiciona o cabeçalho CloudFront-Viewer-Country após o evento de solicitação do visualizador. Portanto, para usar este exemplo, você precisa garantir que a função seja executada para uma solicitação de origem.

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; /** * This blueprint demonstrates how an origin-request trigger can be used to * change the origin from which the content is fetched, based on request properties. * In this example, we use the value of the CloudFront-Viewer-Country header * to update the S3 bucket domain name to a bucket in a Region that is closer to * the viewer. * * This can be useful in several ways: * 1) Reduces latencies when the Region specified is nearer to the viewer’s * country. * 2) Provides data sovereignty by making sure that data is served from an * origin that’s in the same country that the request came from. * * NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the * CloudFront-Viewer-Country header. For more information, see * http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers * 2. CloudFront adds the CloudFront-Viewer-Country header after the viewer * request event. To use this example, you must create a trigger for the * origin request event. */ const countryToRegion = { 'DE': 'eu-central-1', 'IE': 'eu-west-1', 'GB': 'eu-west-2', 'FR': 'eu-west-3', 'JP': 'ap-northeast-1', 'IN': 'ap-south-1' }; if (request.headers['cloudfront-viewer-country']) { const countryCode = request.headers['cloudfront-viewer-country'][0].value; const region = countryToRegion[countryCode]; /** * If the viewer's country is not in the list you specify, the request * goes to the default S3 bucket you've configured. */ if (region) { /** * If you’ve set up OAI, the bucket policy in the destination bucket * should allow the OAI GetObject operation, as configured by default * for an S3 origin with OAI. Another requirement with OAI is to provide * the Region so it can be used for the SIGV4 signature. Otherwise, the * Region is not required. */ request.origin.s3.region = region; const domainName = `my-bucket-in-${region}.s3.amazonaws.com`; request.origin.s3.domainName = domainName; request.headers['host'] = [{ key: 'host', value: domainName }]; } } callback(null, request); };
Python
def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] ''' This blueprint demonstrates how an origin-request trigger can be used to change the origin from which the content is fetched, based on request properties. In this example, we use the value of the CloudFront-Viewer-Country header to update the S3 bucket domain name to a bucket in a Region that is closer to the viewer. This can be useful in several ways: 1) Reduces latencies when the Region specified is nearer to the viewer’s country. 2) Provides data sovereignty by making sure that data is served from an origin that’s in the same country that the request came from. NOTE: 1. You must configure your distribution to cache based on the CloudFront-Viewer-Country header. For more information, see http://docs.aws.amazon.com/console/cloudfront/cache-on-selected-headers 2. CloudFront adds the CloudFront-Viewer-Country header after the viewer request event. To use this example, you must create a trigger for the origin request event. ''' countryToRegion = { 'DE': 'eu-central-1', 'IE': 'eu-west-1', 'GB': 'eu-west-2', 'FR': 'eu-west-3', 'JP': 'ap-northeast-1', 'IN': 'ap-south-1' } viewerCountry = request['headers'].get('cloudfront-viewer-country') if viewerCountry: countryCode = viewerCountry[0]['value'] region = countryToRegion.get(countryCode) # If the viewer's country in not in the list you specify, the request # goes to the default S3 bucket you've configured if region: ''' If you’ve set up OAI, the bucket policy in the destination bucket should allow the OAI GetObject operation, as configured by default for an S3 origin with OAI. Another requirement with OAI is to provide the Region so it can be used for the SIGV4 signature. Otherwise, the Region is not required. ''' request['origin']['s3']['region'] = region domainName = 'my-bucket-in-%s.s3.amazonaws.com' % region request['origin']['s3']['domainName'] = domainName request['headers']['host'] = [{'key': 'host', 'value': domainName}] return request

Exemplo: uso de um acionador de solicitação de origem para fazer alteração de uma origem do Amazon S3 para uma origem personalizada

Esta função demonstra como um trigger de origem-solicitação pode ser usado para alterar a origem personalizada de onde o conteúdo é obtido, com base nas propriedades da solicitação.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; /** * Reads query string to check if custom origin should be used, and * if true, sets custom origin properties. */ const params = querystring.parse(request.querystring); if (params['useCustomOrigin']) { if (params['useCustomOrigin'] === 'true') { /* Set custom origin fields*/ request.origin = { custom: { domainName: 'www.example.com', port: 443, protocol: 'https', path: '', sslProtocols: ['TLSv1', 'TLSv1.1'], readTimeout: 5, keepaliveTimeout: 5, customHeaders: {} } }; request.headers['host'] = [{ key: 'host', value: 'www.example.com'}]; } } callback(null, request); };
Python
from urllib.parse import parse_qs def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] # Reads query string to check if custom origin should be used, and # if true, sets custom origin properties params = {k: v[0] for k, v in parse_qs(request['querystring']).items()} if params.get('useCustomOrigin') == 'true': # Set custom origin fields request['origin'] = { 'custom': { 'domainName': 'www.example.com', 'port': 443, 'protocol': 'https', 'path': '', 'sslProtocols': ['TLSv1', 'TLSv1.1'], 'readTimeout': 5, 'keepaliveTimeout': 5, 'customHeaders': {} } } request['headers']['host'] = [{'key': 'host', 'value': 'www.example.com'}] return request

Exemplo: uso de um acionador de solicitação de origem para transferir gradualmente tráfego de um bucket do Amazon S3 para outro

Essa função demonstra como transferir gradualmente o tráfego de um bucket do Amazon S3 para outro, de forma controlada.

Node.js
'use strict'; function getRandomInt(min, max) { /* Random number is inclusive of min and max*/ return Math.floor(Math.random() * (max - min + 1)) + min; } exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; const BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE = 80; /** * This Lambda function demonstrates how to gradually transfer traffic from * one S3 bucket to another in a controlled way. * We define a variable BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE which can take values from * 1 to 100. If the generated randomNumber less than or equal to BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE, traffic * is re-directed to blue-bucket. If not, the default bucket that we've configured * is used. */ const randomNumber = getRandomInt(1, 100); if (randomNumber <= BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE) { const domainName = 'blue-bucket.s3.amazonaws.com'; request.origin.s3.domainName = domainName; request.headers['host'] = [{ key: 'host', value: domainName}]; } callback(null, request); };
Python
import math import random def getRandomInt(min, max): # Random number is inclusive of min and max return math.floor(random.random() * (max - min + 1)) + min def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE = 80 ''' This Lambda function demonstrates how to gradually transfer traffic from one S3 bucket to another in a controlled way. We define a variable BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE which can take values from 1 to 100. If the generated randomNumber less than or equal to BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE, traffic is re-directed to blue-bucket. If not, the default bucket that we've configured is used. ''' randomNumber = getRandomInt(1, 100) if randomNumber <= BLUE_TRAFFIC_PERCENTAGE: domainName = 'blue-bucket.s3.amazonaws.com' request['origin']['s3']['domainName'] = domainName request['headers']['host'] = [{'key': 'host', 'value': domainName}] return request

Exemplo: Uso de um acionador de solicitação de origem para alterar o nome do domínio de origem com base no cabeçalho do país

Esta função demonstra como você pode alterar o nome de domínio de origem com base no cabeçalho CloudFront-Viewer-Country, de forma que o conteúdo seja fornecido de origem mais próxima do país do visualizador.

A implementação dessa funcionalidade para sua distribuição pode ter vantagens, como as seguintes:

  • Redução das latências quando a região especificada estiver mais próxima do país do visualizador

  • Fornecimento da soberania de dados garantindo que os dados sejam fornecidos de uma origem que esteja no mesmo país de onde veio a solicitação

Observe que, para habilitar essa funcionalidade, você deve configurar sua distribuição para o cache com base no cabeçalho CloudFront-Viewer-Country. Para mais informações, consulte Cache baseado em Cabeçalhos de solicitação selecionados.

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; if (request.headers['cloudfront-viewer-country']) { const countryCode = request.headers['cloudfront-viewer-country'][0].value; if (countryCode === 'GB' || countryCode === 'DE' || countryCode === 'IE' ) { const domainName = 'eu.example.com'; request.origin.custom.domainName = domainName; request.headers['host'] = [{key: 'host', value: domainName}]; } } callback(null, request); };
Python
def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] viewerCountry = request['headers'].get('cloudfront-viewer-country') if viewerCountry: countryCode = viewerCountry[0]['value'] if countryCode == 'GB' or countryCode == 'DE' or countryCode == 'IE': domainName = 'eu.example.com' request['origin']['custom']['domainName'] = domainName request['headers']['host'] = [{'key': 'host', 'value': domainName}] return request

Atualização do status de erro: exemplos

Os exemplos nesta seção fornecem orientações sobre como você pode usar o Lambda@Edge para alterar o status de erro retornado para os usuários.

Exemplo: Uso de um acionador de resposta de origem para atualizar o código do status de erro para 200

Esta função demonstra como você pode atualizar o status da resposta para 200 e gerar conteúdo do corpo estático para retornar ao visualizador no cenário a seguir:

  • A função é acionada em uma resposta da origem.

  • O status da resposta do servidor de origem é um código de status de erro (4xx ou 5xx).

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const response = event.Records[0].cf.response; /** * This function updates the response status to 200 and generates static * body content to return to the viewer in the following scenario: * 1. The function is triggered in an origin response * 2. The response status from the origin server is an error status code (4xx or 5xx) */ if (response.status >= 400 && response.status <= 599) { response.status = 200; response.statusDescription = 'OK'; response.body = 'Body generation example'; } callback(null, response); };
Python
def lambda_handler(event, context): response = event['Records'][0]['cf']['response'] ''' This function updates the response status to 200 and generates static body content to return to the viewer in the following scenario: 1. The function is triggered in an origin response 2. The response status from the origin server is an error status code (4xx or 5xx) ''' if int(response['status']) >= 400 and int(response['status']) <= 599: response['status'] = 200 response['statusDescription'] = 'OK' response['body'] = 'Body generation example' return response

Exemplo: Uso de um acionador de resposta de origem para atualizar o código do status de erro para 302

Essa função demonstra como você pode atualizar o código de status HTTP para 302, de forma a redirecionar a outro caminho (comportamento de cache) que tem uma origem diferente configurada. Observe o seguinte:

  • A função é acionada em uma resposta da origem.

  • O status da resposta do servidor de origem é um código de status de erro (4xx ou 5xx).

Node.js
'use strict'; exports.handler = (event, context, callback) => { const response = event.Records[0].cf.response; const request = event.Records[0].cf.request; /** * This function updates the HTTP status code in the response to 302, to redirect to another * path (cache behavior) that has a different origin configured. Note the following: * 1. The function is triggered in an origin response * 2. The response status from the origin server is an error status code (4xx or 5xx) */ if (response.status >= 400 && response.status <= 599) { const redirect_path = `/plan-b/path?${request.querystring}`; response.status = 302; response.statusDescription = 'Found'; /* Drop the body, as it is not required for redirects */ response.body = ''; response.headers['location'] = [{ key: 'Location', value: redirect_path }]; } callback(null, response); };
Python
def lambda_handler(event, context): response = event['Records'][0]['cf']['response'] request = event['Records'][0]['cf']['request'] ''' This function updates the HTTP status code in the response to 302, to redirect to another path (cache behavior) that has a different origin configured. Note the following: 1. The function is triggered in an origin response 2. The response status from the origin server is an error status code (4xx or 5xx) ''' if int(response['status']) >= 400 and int(response['status']) <= 599: redirect_path = '/plan-b/path?%s' % request['querystring'] response['status'] = 302 response['statusDescription'] = 'Found' # Drop the body as it is not required for redirects response['body'] = '' response['headers']['location'] = [{'key': 'Location', 'value': redirect_path}] return response

Acesso ao corpo da solicitação: exemplos

Os exemplos nesta seção ilustram como você pode usar o Lambda@Edge para trabalhar com solicitações POST.

nota

Para usar esses exemplos, você deve habilitar a opção include body (incluir corpo) na associação da função do Lambda da distribuição. Ele não é habilitado por padrão.

  • Para habilitar essa configuração no console do CloudFront, marque a caixa de seleção Include Body (Incluir corpo) na Lambda Function Association (Associação de função do Lambda).

  • Para habilitar essa configuração na API do CloudFront ou com o AWS CloudFormation, defina o campo IncludeBody para true em LambdaFunctionAssociation.

Exemplo: uso de um acionador de solicitação para ler um formulário HTML

Essa função demonstra como você pode processar o corpo de uma solicitação POST gerada por um formulário HTML (formulário da web), como um formulário "entre em contato conosco". Por exemplo, você pode ter um formulário em HTML como o seguinte:

<html> <form action="http://example.com" method="post"> Param 1: <input type="text" name="name1"><br> Param 2: <input type="text" name="name2"><br> input type="submit" value="Submit"> </form> </html>

No exemplo a seguir, a função deve ser acionada em uma solicitação de origem ou de um visualizador do CloudFront.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); /** * This function demonstrates how you can read the body of a POST request * generated by an HTML form (web form). The function is triggered in a * CloudFront viewer request or origin request event type. */ exports.handler = (event, context, callback) => { const request = event.Records[0].cf.request; if (request.method === 'POST') { /* HTTP body is always passed as base64-encoded string. Decode it. */ const body = Buffer.from(request.body.data, 'base64').toString(); /* HTML forms send the data in query string format. Parse it. */ const params = querystring.parse(body); /* For demonstration purposes, we only log the form fields here. * You can put your custom logic here. For example, you can store the * fields in a database, such as Amazon DynamoDB, and generate a response * right from your Lambda@Edge function. */ for (let param in params) { console.log(`For "${param}" user submitted "${params[param]}".\n`); } } return callback(null, request); };
Python
import base64 from urllib.parse import parse_qs ''' Say there is a POST request body generated by an HTML such as: <html> <form action="http://example.com" method="post"> Param 1: <input type="text" name="name1"><br> Param 2: <input type="text" name="name2"><br> input type="submit" value="Submit"> </form> </html> ''' ''' This function demonstrates how you can read the body of a POST request generated by an HTML form (web form). The function is triggered in a CloudFront viewer request or origin request event type. ''' def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] if request['method'] == 'POST': # HTTP body is always passed as base64-encoded string. Decode it body = base64.b64decode(request['body']['data']) # HTML forms send the data in query string format. Parse it params = {k: v[0] for k, v in parse_qs(body).items()} ''' For demonstration purposes, we only log the form fields here. You can put your custom logic here. For example, you can store the fields in a database, such as Amazon DynamoDB, and generate a response right from your Lambda@Edge function. ''' for key, value in params.items(): print("For %s use submitted %s" % (key, value)) return request

Exemplo: uso de um acionador de solicitação para modificar um formulário HTML

Essa função demonstra como você pode modificar o corpo de uma solicitação POST gerada por um formulário HTML (formulário da web). A função é acionada em uma solicitação de origem ou de visualizador do CloudFront.

Node.js
'use strict'; const querystring = require('querystring'); exports.handler = (event, context, callback) => { var request = event.Records[0].cf.request; if (request.method === 'POST') { /* Request body is being replaced. To do this, update the following /* three fields: * 1) body.action to 'replace' * 2) body.encoding to the encoding of the new data. * * Set to one of the following values: * * text - denotes that the generated body is in text format. * Lambda@Edge will propagate this as is. * base64 - denotes that the generated body is base64 encoded. * Lambda@Edge will base64 decode the data before sending * it to the origin. * 3) body.data to the new body. */ request.body.action = 'replace'; request.body.encoding = 'text'; request.body.data = getUpdatedBody(request); } callback(null, request); }; function getUpdatedBody(request) { /* HTTP body is always passed as base64-encoded string. Decode it. */ const body = Buffer.from(request.body.data, 'base64').toString(); /* HTML forms send data in query string format. Parse it. */ const params = querystring.parse(body); /* For demonstration purposes, we're adding one more param. * * You can put your custom logic here. For example, you can truncate long * bodies from malicious requests. */ params['new-param-name'] = 'new-param-value'; return querystring.stringify(params); }
Python
import base64 from urllib.parse import parse_qs, urlencode def lambda_handler(event, context): request = event['Records'][0]['cf']['request'] if request['method'] == 'POST': ''' Request body is being replaced. To do this, update the following three fields: 1) body.action to 'replace' 2) body.encoding to the encoding of the new data. Set to one of the following values: text - denotes that the generated body is in text format. Lambda@Edge will propagate this as is. base64 - denotes that the generated body is base64 encoded. Lambda@Edge will base64 decode the data before sending it to the origin. 3) body.data to the new body. ''' request['body']['action'] = 'replace' request['body']['encoding'] = 'text' request['body']['data'] = getUpdatedBody(request) return request def getUpdatedBody(request): # HTTP body is always passed as base64-encoded string. Decode it body = base64.b64decode(request['body']['data']) # HTML forms send data in query string format. Parse it params = {k: v[0] for k, v in parse_qs(body).items()} # For demonstration purposes, we're adding one more param # You can put your custom logic here. For example, you can truncate long # bodies from malicious requests params['new-param-name'] = 'new-param-value' return urlencode(params)